sábado, 13 de março de 2010

primeiro dia de aula :D

Primeiro dia de aula da minha vida que me lembro eu devia ter meus quatro anos, minha mãe me deixou na escola e eu quis chorar. A professora me sentou ao lado de alguém que me emprestou um lápis de cor preto ao invés de um lápis de escrever e claro que eu no meu nobre desentendimento só percebi quando tentei apagar. Neste momento tive minha primeira lição de mundo: você não deve confiar na primeira pessoa que vê XD.

Já nos dias de hoje, eu na minha ignorância de ler editais/regimentos/comunicados, sempre faltando algo ou deixando pra depois, fui olhar o meu horário de aula só na manhã do meu primeiro dia de aula e é claro que não percebi o engano que estava cometendo. Sai de casa e dei a última bisbilhotada no local da aula, foi ai que meu mundo desabou quando vi que minha aula não era no lugar onde eu imaginei que era (campus Jardim das Américas).

Bem, a capital é extremamente grande, cada passo errado, cada circular extraviada é uma perda de pelo menos uma hora na sua rota. Tentei dominar a situação pensando “ah, vou perguntar no terminal onde fica esse tal de Campus III”. E lá fui eu ao chegar ao terminal. “aaaaah, você quer ir no campus do Jardim Botânico? Ah, ele é do outro lado” disse o tiozinho do terminal. Segui as instruções e gastei meia hora a mais no ônibus que estou acostumada a gastar. Estaria tudo bem se não tivesse parado dois quarteirões antes da entrada do campus. E amigos, vocês não sabem como são os quarteirões desta cidade. São imeeeeeeeeeeeeeeeeensos! Andei loucamente até a entrada e pela placa pude me certificar que estava no local certo, então tava tudo bem agora rsrs. Doce, ilusão! Ao adentrar ao Campus me localizei com o guardinha: “O Departamento de Engenharia Florestal? É lááááá embaixo! Desce toda esta rua, vire a direita, desce as escadas e a rampa e vai dar no estacionamento!” Vocês já devem imaginar o que aconteceu.. sim, milhas e milhas até chegar ao departamento. E cheguei! Grazadeus//

Estava lá faltando cinco minutos para o horário que estava marcando o início da aula. Mas na verdade, estava lá faltando uma hora e cinco minutos para o horário do início da aula. Isso foi bom por que pude observar os departamentos que estavam em volta daquele terceiro andar, me localizar. A direita o hospital, a direita o campus de agrárias, a frente o campus Jardim da Américas.. como assim o campus Jardim das Américas??? Lá estava ele lindo, leve e solto..! bem, foi ai que vi o engano que cometi ao deixar minha rotina. Era muito mais perto daquela sala percorrer meu caminho normalmente.

Foi a decisão que tomei logo a sair da aula. Que voltaria pelo caminho tranquilo rsrs. Bem, nunca disse isso para muitas pessoas mas apesar de não ter medo algum de altura, ou de aventuras nas alturas, se tem algo que me assusta, isso se chama passarelas. Eu sempre via aquela passarela quando estava na sala do departamento mas é claro que não imaginei que embaixo dela fosse uma rodovia. Pensei num bosque, num rio. Algo mais tranqüilo. É exatamente destas passarelas que os carros passam embaixo que eu não gosto, na verdade sinto uma ligeira fobia, que aumenta ao passar por ela. E os campus eram ligados por uma passarela que passava por cima de uma rodovia. #meldels

Mas como estava dizendo ao fim da aula, mais desinformada que cego em tiroteio fui embora com o menino da minha turma pela passarela e ao primeiro passo “ai meldels” foi soado dentro de mim. Fui atravessando sem olhar pra baixo, sem olhar pra frente e conversando com o menino mais ou menos o seguinte (em itálico foi o que pensei, em negrito o que ele disse): “daí no meu projeto eu usei regressão...aih meldels do céu, se concentra na conversa mariana, se concentra...comparei várias... se concentra no que ele esta te dizendo, vamos dê sua opinião..mas acho que faltou... meldels, passam carros lá embaixo.. [peguei disfarçadamente no corrimão].. nós somos tão imaturos quando fazemos mestrado... caraio isso não acaba mais, ta acabando, ta acabando.. [primeiro passo no chão seguro].

Ufa!

Essa certamente era bem mais longa que aquela de Londrina ou eu não estava preparada psicologicamente para passar por ela. Apesar de ter conseguido ainda me pergunto qual caminho vou escolher fazer todas as segundas feiras para chegar psicologicamente preparada para assistir aula.

Beijosfujamdaspassarelas =*

sexta-feira, 5 de março de 2010

Despedidas

Alguns momentos que passamos sujestionam o que vamos postar. E hoje é assim. Falarei de despedidas, de chororós, de grazadeus// você se foi.



Bem, despedidas me entediam. É sério. É aquele momento da sua vida que você não sabe onde por as mãos. Geralmente, elas começam com frase "foi bom ter você aqui", "foi bom trabalharmos juntos", "você vai seguir um caminho melhor", "tudo vai dar certo pra você". Parece um momento feliz ao mesmo tempo triste. Me confunde também. É feliz porque você esta seguindo em frente, e mesmo que volte para onde você veio, você nunca volta igual a quando saiu. E triste por que tudo começará novamente: nova casa, novo emprego, nova faculdade, novos amigos.. é um fluxo! A ilusão quando se volta para onde se veio, é que tudo esteja como estava antes.. nada nem ninguém estarão ali do jeito que você deixou. Como dizia o barbado, tudo muda o tempo todo no mundo.



Eu, particularmente, não gosto de despedidas. Procuro não contar quando vou embora e uso isso ao meu favor. Algumas pessoas você sabe que nunca mais vai ver mesmo, seu vínculo termina ali. Outras, você sabe que vai levar algo delas para o resto da vida. Outras ainda, serão perceverantes em estar sempre presentes nos seus momentos. E assim, segue a vida.
Bem, agora vou terminando por aqui.
E o que posso dizer é bye bye Londrina!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

peraltisse \o/


Ser criança! Ahhh, quem nunca foi. Quem nunca teve um bico do dedão arrancado por uma calçada qualquer, um joelho ralado no asfalto, um nariz sangrando por que caiu do seu mundo da imaginação direto para o chão? Impossível existir se não viver nenhuma destas experiências (e mesmo que me digam que não aconteceu com vocês, eu tenho o direito de não acreditar! =P).


Tem coisas que me lembro claramente de como aconteceram, outras me lembro vagamente. Uma hora que gostava muito, era a hora de brincar depois da aula. Na verdade era entre o fim da aula e a chegada do ônibus anunciadas por diversas vozes gritando loucamente “olha o ônibus”, “o ônibus, o ônibus” e todos correndo na direção da fila de mochilas montadas no pontdeombus. Neste período aprendia coisas que a escola não ensina :D


Me lembro do dia que aprendi a fazer bolinha de chicletes. Não era muito nova, mas nunca fui anciã nas descobertas da vida. Sempre mascavas chicletes, escondido da minha mãe por que ela não gostava de me ver comendo besteiras e não deixava que eu levasse para escola por que ela é professora. E vocês sabem como são as professoras!


Neste dia, fiquei toda minha meia hora mascando e fazendo bolinhas, a mando de alguém, certamente, mas não me lembro quem seguindo daí direto para uma competição de bolinhas de chicle. Quando entrei no ônibus, continuei a mascar e fazer bolinhas loucamente. A minha frente estava uma guria que fazia ensino médio no “colégio das irmãs”, como essas gurias eram respeitadas por nós, doces crionças. Primeiro, por que elas eram nossos padrões de beleza e comportamento. Era como queríamos ser quando crescer (criança sempre quer ser como alguém quando crescer). Elas tinham corpo estrutural e vestiam-se muito bem mesmo uniformizadas (elas podiam usar calças jeans, enquanto nós tínhamos que usar aqueles shorts de malha azul marinho escrito em branco extremamente largo pelo corpo esquelético e desengonçado). O fato é que a menina sentada a minha frente, cantava uma bela canção, enquanto eu, fazia bolinha, estourava e fazia bolinha. Numa destas bolinhas estouradas e eu recomeçando meu ciclo, eu, cordenada com meus sentidos como sempre fui (mentiraaa!), lancei meu chiclete para fora da minha boca alcançando o cabelo liso e preto brilhante da minha heroína. O desespero foi plantado em mim, o que fazer? Falar ou não falar? Mas o que eu poderia fazer? Tentar explicar toda a história da minha vida e desculpar-me? Tentar tirar o negócinho rosa de lá sem ela perceber? Visualizei o troço tutti frutti em meio aos fios, impossível tira-lo de lá sem ela perceber.


E foi ai que tive minha primeira atitude deixa como que tá pra ver como que fica. Sábia decisão. Simplesmente, ignorei a existência de um novo apetrecho no cabelo da minha provável mais nova inimiga e continuei a respirar meu oxigênio em paz, pedindo aos céus pra que ninguém tivesse visto o incidente e me dedurasse.


Se você querida velha inimiga estiver lendo este post, minhas sinceras desculpas e meu pedido de reconciliação.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

até chegar na capital!

Eu, como vocês, não esperava de forma alguma que existisse algum outro post antes do Natal!
Mas, estou aqui usando um computador que não me pertence, com uma internet que também não me pertence, em um departamento que sequer faço parte e resolvi que vocês deveriam saber como andam as coisas nas minhas prováveis férias.
Como a maioria já sabe, meus pais moram em Curitiba. Na simpática Curitiba, como dizem os curitibanos. Bem, na verdade a cidade é boa, eu diria ótima. Lugares para passear, trânsito funciona (não é o inferno que se vê por Campinas), por incrível que pareça aqui vejo políciais trabalhando nas ruas, um sistema de transporte coletivo invejável (tá lendo Grande Londrina? filhaderapariga ¬¬), a cidade é limpa (não se por que as pessoas são educadas ou se tem muita gente para o serviço de garis). Logo, a cidade é super morável.
Curitiba tem charme de capital organizada, apesar do alto índice de criminalidade e pans.
Se quer trabalhar venha pra cá, se quer fazer amizades, fique longe daqui! rsrs
Tá bom gente, não vou falar sobre a antipatia curitibana e nem dizer que até um pedido de desculpas por pisões de pé no ônibus é difícil de ser ouvido. Parece que você tinha obrigação de estar com o seu pé por baixo de uma outra pessoa. As pessoas nem olham para o lado e vivem como se estivessem 24 horas por dia em uma realidade paralela, é estranho. E egoísta.
A liberdade de expressão é claramente vista em pessoas com pircengs, tatoagens, cores berrantes no cabelo, roupas extremamente esquizofrenicas.
Vi um bigode que deustomaconta no motorista do ônibus ontem. Sabe o Sr. Madruga? Então, maior que o dele vindo até o queixo. E tive medo! Medo do tipo de animalzinho que se escondia entre aqueles pêlos. Quando olhei da primeira vez, pensei, nossa que cabelão o dele que esta indo no rosto, quando olhei da segunda vez.. que horror rsrs. Os motoristas de circular aqui, além de terrem uma aparência estranha ainda gostam de falar ao celular enquanto dirigem um biarticulado, maravilha!
Ah, nem comento sobre a briga no estádio daqui, deu o que falar!
Como veem sem mtas agitações por aqui, levarei cem anos para conhecer pessoas com toda esta interação, mas ainda bem que a prima chega na semana que vem e nossos amigos de férias também. :D
Até mais pessoal!
E sem feliz natal!
beijostoboanarima =*

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


Eu não vou falar de amor e nem vou falar do tempo, eu não vou dizer nada além do que estou dizendo ♪♪


Não vim para postar algo inteligente para parecer um intelectual.


E também nada engraçado para parecer legal.


Como todos sabem eu A-DO-RO o natal! Ô época boa! As pessoas ficam mais legais, os corações mais amáveis.. gostaria que fosse assim o ano todo!


Vim apenas para deixar meu último recado por este ano. Por que nunca se sabe, neh?! Se volta, se não volta, se posta, se não posta =P


Então, o que tenho hoje é simples:





HO HO HO!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

1º show dos Titãs

Eu gostaria que fosse assim: acordar tarde, me arrumar e viajar de carro para a cidade na qual havia o show. Chegando lá, jantar uma comida boa e ir para o local do show. Curtir o show e pegar um autógrafo no fim. Quem sabe até ganhar algo deles ou que tivessem usado durante o show.

Mas foi assim: acordei cedo pra burro (seis e quinze) fui para UEL trabalhar, voltei para casa as oito da manhã, arrumei a mala, um monte de roupas molhadas por que só caia água do céu há alguns dias, passei roupas e queimei a mão no ferro de passar, depois sujei uma blusa com o ferro e tive que lavar a blusa e aumentar a quantidade de roupas molhadas que ia levar. Almocei miojo, saimos de casa cheia de malas pesadas e tomamos toda a chuva que São Pedro mandou (prefiro ter um filho viado que um filho São Pedro) até entrar dentro da circular, por que óbivio que iria parar de chover quando não precisassemos mais andar dezexsseti kilometros. Resultado: ficamos molhadas e embarreadas, e além disso, apesar de não perder a circular 307 (milagre!) perdemos o ônibus para Jandaia. Foi quando percebemos que não tinhamos dinheiro para ir de metropolitana (como eu odeio o que as mães dizem sobre ser prevenido). Resolvido o problema do R$ em quinze minutos, fomos para Rolândia de metropolitana, e mendigamos por lá. Eu já disse que neste mundo somos todos iguais, e as pessoas não precisam ser maltratadas só porque estão todas sujas, descabeladas, cheias de malas e tomando refrigerante num saquinho? Também não tinha ônibus e atrasamos toda a viagem em uma hora com a chantagem de não dar tempo de tomar banho antes do show. Enfim, chegamos em Jandaia onde foi verificado realmente por nossos queridos parentes a necessidade do banho antes do show. A frase foi: MELDELS, O QUE HOUVE? XD
Em Cianorte, meia hora depois da chegada estavamos prontas (e nós que atrasamos toda a viagem), esperamos por mais de uma hora. Maldita chapinha! =P

A caminho do show, mais de uma hora na fila para entrar e dá-lhe chuva para entrar, antes de chegar e em área não coberta. E São Pedro acha que a gente nasce pronta pra festa mesmo? Na área VIP, um mané na minha frente que acha que todo o espaço do mundo é só para ele, pisando no meu pé de cinco em cinco minutos. Empurrei, virou para trás mostrou a língua e o dedo pra mim. Tenho sexti anos ainda por acaso? Desprezo! =o

O show foi tudo de melhor que imaginei.

Por isso, valeu a pena tudo que passamos.

E aqui, as fotas:


Obrigada galera! E se alguém tiver a oportunidade, eu digo que vá!
beijosonatalestachegandoeolarjaestaenfeitado =*

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

post comemorativo :D

"Aposto que não vai durar mais que oito meses"
Não queria tornar este blog pessoal, cheio de lengas-lengas, para que não pudessem (vocês leitores), descobrir quem escreve a bagaça. Mas este post pede um pouco mais de minha vidinha e de relatos até então escondidos.
Bom, iniciemos pela frase do começo (ah vá!). Esta frase foi dita, meus nobres amigos, por meu pai, no início da minha união com a prima. E que fique claro: com a prima JUCIELLEN (vide foto ao lado).

Agora a beira do início das comemorações de aniversário de um ano (tudo desculpa pra festar!), acredito que agora sim nos conhecemos. E agora sim nos amamos! Okay, isso foi lésbico. E manifesto meu interesse hetero aqui pra ficar bem claro.
Nada pior que a invasão da privacidade, do estar todos os dias ao lado, o dividir um espaço mini pra saber como as pessoas são. Não é fácil. Não nós damos bem por que somos primas. Mas porque temos uma relação sólida, feita de sanduíche e sobremesa :D
Na verdade, todo mundo deve pensar que nós conhecemos a tempos né? Pois bem, a história de nossas vidas consiste: aos sexti anos trocavamos cartas após sermos alfabetizadas e aprendermos a colar adesivo na frente/verso da carta. Nesta época iniciavamos nossas conversas sempre por "Patrocínio, 23 de dezembro de 1996" >eu e "Marumbi, 26 de dezembro de 1996" >ela. Depois progredimos para perguntas de "como vai a família" ou "vocês vem pra cá no fim do ano" ou ainda "a vó ana disse que vocês viriam para cá no fim do ano". Assim, crescemos.. até que um dia (um tempo depois de nos conhecermos pessoalmente, quando tinhamos no máximo onze anos) a escrita evoluiu e precisamos de uma codificação para relatar os nossos possíveis/não realizáveis relacionamentos. Como ambas não tem o dom da organização, uma vez de cada uma de perder estes códigos. Assim, passaram-se oito longos anos de imensas e invejáveis cartas de 12 páginas.. muitas árvores se foram e muitas psicológias passaram. Época de faculdade a coisa foi mais avançada, muitos históricos de msn, recados no orkut e e-mails. Eu estava sempre ali, pronta pra babar no teclado enquanto escova os dentes e conversava com a web cam ligada com a prima. Altas madrugadas (e isto não é música sertaneja!). Neste intervalo algumas viagens de férias foram nosso conforto. Foi quando mudei-em para Londrina e a coisa progrediu. Um ano depois estavamos casadas, tá difífil! #zildoterçainsana

E assim, aqui vão algumas de nossas viagens:

Aqui estamos até hoje, fazendo um ano. Aprendemos muito juntas, e hoje sabemos como é engraçado rir das próprias desgraças e fazerem elas virarem nossas piadinhas pra sempre e algumas que só nós mesmas entendemos. Aprendemos não só rindo, por que não fazemos só isso como a vó ana acha que é. Aprendemos chorando, por que descobri que tenho o melhor ombro que segura minhas lágrimas ao meu lado. Aprendemos dançando, por que curtir Terra Celta é de dar calo nos pés. Aprendemos discutindo política, educação, religião e família até as cinco da manhã ou no praça bebendo até deitar no banco da igreja. Aprendemos nos ferrando fazendo trabalhos para a pós graduação da UEL por toda a madrugada. Aprendemos partilhando nossos outros relacionamentos. Aprendemos esperando para comer, para dormir, para conversar. Aprendemos que cada uma de nós pode ter a palavra mais doce, o abraço mais caloroso e a risada mais eufórica de um momento ruim. Aprendemos a respeitar os momentos tensos da vida e se puder, descontrair. Aprendemos que pequenos gestos demonstram mais amor que palavras. Aprendemos a ser criativas juntas. A gastar dinheiro, a economizar, a cozinhar e comprar pronto, a passear, a planejar viagens, a curtir baladinhas culturais. Aprendemos então, e só então, aprendemos a nos amar.

E isso sim é amizade: amor, união, lealdade e parceria!

Mesmo que a família não queira, a nossa amizade é sim, e digo sim (yes, man!) eterna!

Te amo prima!