terça-feira, 12 de outubro de 2010

Oi "a incrível jornada"

E aqui estou eu, ser que quase, mas quase, desistiu de estar conectado ao mundo por este canal de comunicação.
Escrevo-vos para contar-lhes minha caminhada (e longa, dolorosa) com a nossa queridíssima empresa prestadora dos serviços telefônicos Oi.
Como todos sabem eu me apresento do subúrbio da capital paranaense. Mas enfim, se até Marumbi tem internet, por que aqui que é apenas dezessexi quilômetros do centro de Curitiba não teria?
Bom, essa história se iniciou quando me mudei pra cá, e cai numa "lista de espera" pela internet. Lista essa que confirmei hoje com o funcionário desta empresa que não EC-XIS-TE. Claro que com a minha grande experiência aliado a minha maldita sorte, comprei um mini modem da Tim pra esperar a boa vontade de Deus em mandar um sinal de ADSL pra mim. E assim, seguiram sucessivos meses de cai-cai (comprovados pela interrupção das minhas conversas no msn com a prima, o primo júnior ou com o lucas).
Cansado de tudo isso, o super Lucas, resolveu interferir com sua magestosa sabedoria e paciência (com certeza, infinitamente maior que a minha) e ligar novamente nesta empresa. Com um pouco de pressão ele conseguiu fazer o atendende triplicar os erros gramáticais comuns ao telemarketing brasileiro.
Duas semanas depois, esta empresa entra em contato com meu lar, dizendo que chegou a minha vez na fila de espera (viva! ou melhor: aleluia!). Fiz todo o cadastro, troquei o plano residencial e acertei a instalação interna. Dois dias depois nada.. bom, vamos verificar. Liguei. "Senhora, foi um engano, não existe porta disponível para a sua região". Ah, não é? Pois agora vai existir, e quero falar com o setor responsável por que estou cansada de falar com o setor irresponsável. NADA. Os quatro atendentes tentando me fazer acreditar que eu teria que entrar novamente na "lista de espera". Tá bom, ninguém vai resolver, pois vou abrir uma reclamação na Anatel! (fikdik, é muito fácil fazer isso, vocês podem ligar no número 133 do seu aparelho celular ou fazer a reclamação pela internet mesmo, se você tiver uma é claro). E foi isso que fiz. Após vários contatos com a Anatel, Oi, Anatel, Oi. Eu ganhei uma porta de sinal da internet! Que legal, anh!?!
Mas claro que não terminou por ai. Após o sinal estar liberado e a Oi me oferecer um modem/roteador e eu comprar (por que mesmo que eu ainda negocio com eles?) mais quinze dias se passaram e claro, não deu certo. O sinal não estava liberado, o tal do modem/roteador não fazia as duas funções. Mas tá tudo bem agora, tenho uma internet (aparentemente) descente e estou vendendo meu mini modem da Tim desbloqueado a preços baixissímos.
Boa semana depois do feriado galerë!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Efeito platô

Muito tempo que não escrevo nada, mas também não tenho tantos leitores assim para que possam fazer uma parada em frente a minha casa pedindo "Bis".
Bom, como sempre, antes de aparecer por aqui eu passei pelos blogs que mais gosto: Olá pra você! e Alone Without Myself e comecei a entender algumas coisas que se passam comigo.
Como todos sabem, a sequência de "eu vou voltar pra casa" se iniciou com Júnior que fez sua escolha em agosto do ano passado e voltou para os laços fraternos. Ele foi seguido pela prima no fim do ano e logo depois por mim, no mês de março.
Nos três fizemos escolhas afetivas, que talvez não tenha deixado os outros "eu's" (por exemplo, o profissional) tão satisfeitos. Seis meses depois, eu me encontro sentindo o efeito de platô na minha vida. Para quem não sabe, ele é exatamente do que a prima reclamou: a rotina.
Me faço questionamentos se o meu incomodo é realmente o fato desta estabilidade, da falta de emoção, de adrenalina correndo no sangue ou simplesmente o fato de nós seres humanos nunca estarmos satisfeitos com nada do que temos? De certa forma, a insatisfação nos faz querer sempre mais, desperta o desejo de ir além das possibilidades, então é possível enxergar nela uma função benéfica.
Olhando para trás e comparando minha vida hoje, consigo perceber a vida de adulto que tenho e será que realmente gostaria de evoluir desta maneira? Será que gostaria mesmo de abandonar aquela criança besta que sempre existiu dentro de mim?
Estes questionamentos são saudáveis, e quando eles não existirem mais, eu também não existirei. Quando as dúvidas terminarem é por que eu parei de viver.
Fazem seis meses que não viajo pra lugar algum, seis meses que não fico sozinha em casa, seis meses que não passo o dia todo vendo seriados no note por que estou estressada, seis meses que não encho a cara e chego de madrugada e tenho que dormir sentada por estar tão bebada, seis meses que não tenho crises existenciais por estar longe da família. Mas também fazem seis meses que não lavo roupa, seis meses que como comida de mamãe pelo menos uma vez por semana, seis meses que vivo numa rotina de ir para faculdade durante a semana e estudar sempre e fazem menos de seis meses que estou num relacionamento.
Bem, é uma pena que não temos uma balança para pesar coisas da vida, por que eu como pessoa fria e calculista que sou, gostaria de saber se tal mudança foi melhor ou pior.
O que estou querendo levantar aqui, caros leitores, é que nós nunca poderemos fazer qualquer escolha na vida para favorecer uma coisa que achamos que não está tão boa sem prejudicar algo que gostamos da maneira como está.
E agora, se tentarmos novamente, outras coisas virão, e teremos novamente coisas agradáveis e coisas desagradáveis.
Na realidade, eu não preciso ser essa metamorfose ambulante, mas nunca deixarei de vivê-la.
Por hoje, é isso.

sábado, 26 de junho de 2010

Simpatia de circular

título inspirado no blog da prima! =)


Olá caros leitores! Como vão vocês?


Bom, o assunto hoje é circular.. Na verdade, no vulgo minerêz, coletivo. Os dois nomes fazem sentido já que é um transporte coletivos que circula. Não vou falar dos malditos sons que foram comentados no blog da prima e tudo que ela disse lá se aplica dentro da circular também.



Falarei dos assuntos abordados nas conversas dentro da circulas que normalmente são o ó do borogodó. Já vi empregadas domésticas comentando os problemas amorosos de seus patrões, já ouvi DR de relação incluindo problemas financeiros, amorosos, sexuais e outras muitas coisas são abordadas neste meio barulhento e de descarrego.


Mesmo utilizando o transporte coletivo na simpática capital que de simpática não tem nada, onde normalmente as pessoas não são muito de conversinhas, na circular elas se mostram como realmente são: fofoqueiras.



Para observar o comportamento selvagem das pessoas basta vir da faculdade na hora do rôchi pq eu prefiro ter um filho viado que andar neste horário de circular, ônibus daquele jeito que o diabo gosta e as pessoas achando que sair do trabalho às seis é sinônimo de sair descontando todos os problemas em todas as pessoas que você vê a sua frente. Sim, é isso que eles fazem. Só que eu não posso deixar de comentar que se seu chefe ou superior te trata mal, isso é problema seu. Se seus amigos não te amam, isso é problema seu. Se sua mulher não é boa de cama, isso também é problema seu. Então, meu caro, sabe o que você tem a mais que eu? rsrs



Um dia, estava eu na circular loucamente lotada quando o ônibus que mal tinha saido do terminal, parou no primeiro ponto logo depois da saída do terminal e observando a porta notei que ninguém desceu. Estaria tudo bem, se a campainha não tivesse tocado novamente mais umas três vezes nos próximos pontos e e as paradas do ônibus fossem em vão. Então tá, quem é o infeliz que tá apertando sabosta toda hora e não desce nunca e também não deixa o ônibus chegar nunca? Porra meo, deixa sabosta chegar logo. Foi ai que comecei a buscar com os olhos as pessoas que se encontravam perto das campainhas e observar seus movimentos suspeitos. Vi que o problema estava bem debaixo do meu nariz, literalmente. Estava eu, me segurando perto da capainha, e na minha frente uma criança (um moleque de uns oito anos). O inútil olhava para os lados e apertava a merda da campainha. Fiz uma carreta pra ele (¬¬') como quem diz: "dá pra parar ou quer que eu te jogue do ônibus em movimento?" Fiquei só olhando. Dava um tempinho, ele olhava pra mim e eu estava olhando pra ele, e ele fingia que nada. Pensei: filhodumarapariga! Mas tudo bem, problema solucionado. Isso, só afirma meu jeitinho amoroso em tratar crionças e educa-las.



A mensagem de hoje é então: leitores não se esqueçam que circular é público e tem gente que fica só observando #djjamaica rsrs



beijosdaprimamari =*

sábado, 22 de maio de 2010

Relacionamentos, eis a questão

Um dia, estava eu em minha casa e fui incentivada pela prima a ler a superinteressante deste mês. Fui até a Americanas mais próxima e comprei.
Eis, que falarei de relacionamento aproveitando o gancho que a matéria da capa me deu. E tudo que eu disser eu espero que não seja usado contra mim. Além disso, toda regra que aqui se faz, tem excessão (antes que algum revoltadinho patético venha me dizer o que fazer).
Como todos sabem, eu sou durona. Não que eu nunca goste de ninguém. Mesmo por que, eu gosto de muita gente, por exemplo, dos meus pais, da prima, das pessoas que leem este blog. Mas do tipo que acha que relacionamento é complicado demais pra entender e/ou explicar, e como cientista (mesmo frajuta, que acho que sou) acredito ser longe demais da realidade.
A reportagem disse muita coisa que estou cansada de dizer (eu sempre aviso! =P): que cada um em um relacionamento tem que ter sua individualidade e autonomia preservada, que você pode "gostar" de mais de uma pessoa ao mesmo tempo, que a conquista deve ser a cada dia, que não se deve guardar mágoas em relacionamentos (nenhum, inclusive) e por fim ter muita paciência.
[Parte extraída] Pesquisas discutem que os mecanismos cerebrais para decidir o que vai acontecer em um relacionamento: luxúria, amor e ligação. Cada um deles é ligado por diferentes hormônios (testosterona, dopamina e ocitocina) e desta forma, você pode sim, ligar cada um deles a uma pessoa diferente.
Além do mais, entre os mamíferos, apenas 3% das espécies são monogâmicas. Não que eu esteja defendendo, mas acho que às vezes o instinto natural fala mais alto.
Além disso, algumas estatística me chamaram a atenção: fórmula ideal do amor (maior taxa de felicidade e menor taxa de separação): a mulher deve ser 5 anos mais jovem, 27% mais inteligente (ela tenha diploma universitário e ele não) e é preciso experimentar bastante antes de decidir, se você se relacionar com 100 pessoas durante a vida, só irá achar o par ideal na 38ª relação =O
Resumindo: amor não existe, por isso, a gente inventa.
Beijosnãoesqueçamdemechamarprabeber =*

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Diplomacia versus hipocrisia

Olá pessoal! Vim tratar de um assunto polêmico aqui hoje, por que faz tempo que não falo de coisas sérias! :D
As definições:
Diplomacia: ciências das relações e interesses internacionais; o corpo dos representantes dos governos estrangeiros junto a um Estado; astúscia; cortesia; circunspecção e gravidade nas maneiras.
Hicirisia: afetação de uma virtude, de um sentimento louvável que não se tem; impostura; fingimento; falsa devoção.
Parecem coisas diferentes, mas se você pensar bem, quase não são!
No entano, o limiar entre eles é bem estreito. Meus professores de cálculo (que Deus os tenham, por que certamente quando eles morrerem no julgamento final é necessário acrescentar o sofrimentos que estes malditos professores, causaram aos seus alunos), diriam que seria uma camada limite. Uma camada limite parece um meridiano, você sabe que existe, mas não vê. Este limiar você acredita que exista, mas às vezes não vê.
Outro dia me ocorreu que determinada pessoa chegou a mim me abraçando (¬¬') e disse: "Mari, você não gosta de mim?". Bem, ai pergunto a vocês, caros leitores, usarei de minha diplomacia ou de minha hipocrisia? Bom, a diplomacia quando usada para finalidades de falsidade acaba se tornando uma hipocrisia.
Mas eu prefiro sempre usar a diplomacia e nunca dizer TUDO o que realmente você pensa. Foi o ensinamento mais difícil para minha mãe por que eu não entendia já que desde crianças, você é obrigada a dizer a verdade e depois de um certo tempo, você já não pode mais dizer a verdade, é um drôga!
Esperem de mim diplomacia (pouca), mas hipocrisia beijotofora!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Psicologia infanto-juvenil

Querido diário!

Diário.. ha ha ha! Pela definição da palavra não se encaixa mesmo neste blog por que estou tirando as teias de aranha dele.. tempos hein!?

Bom, o assunto de hoje é minha psicologia de adolescente. Como alguns sabem, eu tenho um sobrinho que mora comigo e que esta nesta terrível fase. Um dia entrei no quarto dele e ele estava lendo(acalmem-se não era uma revista daquelas que o Ailton escondia embaixo do colchão), mas sim, era um papel todo colorido cheio de coraçõzinhos com letrinhas.. então pensei "oba, história nova!" rsrs

Ca-la-ro que eu iria perdir pra ver e ca-la-ro que ele ia resistir, o que não adiantou muito após "tá, não deixa eu ver eu conto para a mãe!" XD. Lendo a carta com aquele dramatismo barato "eu posso morrer hoje e ser enterrada que te amarei para sempre!" eu me lembrei o quanto já fui patética nesta vida. Quem não foi patético que atire então a primeira pedra. O fim da história foi quando eu disse pra ele que se as notas dele abaixassem ou se eu soubesse que ele estava matando aula por causa de namoricos a coisa ia ser feia para o lado dele (tia chaaaaata!). E ele disse assim "não faria isso só porque tenho uma namorada". Aham Claúdia, senta lá. Em uma semana era a namorada e na outra, uma decepção amorosa. Tá, não disse, mas pensei.

Isso me lembrou que aos quinze anos nossos problemas (meu e da prima Jû) resumiam-se em dois nomes (relatos de uma carta de 10sexti folhas da epóca da adolescência), e estes dois nomes não existem mais.. bem, não que eles tenham morrido, não é isso, ou pode ser.. rsrs

Bom, como eu estou livre de problemas, tenho tempo para ser feliz agora! :D

A coisa foi curta hoje.

Beijosatémais =*

sábado, 13 de março de 2010

primeiro dia de aula :D

Primeiro dia de aula da minha vida que me lembro eu devia ter meus quatro anos, minha mãe me deixou na escola e eu quis chorar. A professora me sentou ao lado de alguém que me emprestou um lápis de cor preto ao invés de um lápis de escrever e claro que eu no meu nobre desentendimento só percebi quando tentei apagar. Neste momento tive minha primeira lição de mundo: você não deve confiar na primeira pessoa que vê XD.

Já nos dias de hoje, eu na minha ignorância de ler editais/regimentos/comunicados, sempre faltando algo ou deixando pra depois, fui olhar o meu horário de aula só na manhã do meu primeiro dia de aula e é claro que não percebi o engano que estava cometendo. Sai de casa e dei a última bisbilhotada no local da aula, foi ai que meu mundo desabou quando vi que minha aula não era no lugar onde eu imaginei que era (campus Jardim das Américas).

Bem, a capital é extremamente grande, cada passo errado, cada circular extraviada é uma perda de pelo menos uma hora na sua rota. Tentei dominar a situação pensando “ah, vou perguntar no terminal onde fica esse tal de Campus III”. E lá fui eu ao chegar ao terminal. “aaaaah, você quer ir no campus do Jardim Botânico? Ah, ele é do outro lado” disse o tiozinho do terminal. Segui as instruções e gastei meia hora a mais no ônibus que estou acostumada a gastar. Estaria tudo bem se não tivesse parado dois quarteirões antes da entrada do campus. E amigos, vocês não sabem como são os quarteirões desta cidade. São imeeeeeeeeeeeeeeeeensos! Andei loucamente até a entrada e pela placa pude me certificar que estava no local certo, então tava tudo bem agora rsrs. Doce, ilusão! Ao adentrar ao Campus me localizei com o guardinha: “O Departamento de Engenharia Florestal? É lááááá embaixo! Desce toda esta rua, vire a direita, desce as escadas e a rampa e vai dar no estacionamento!” Vocês já devem imaginar o que aconteceu.. sim, milhas e milhas até chegar ao departamento. E cheguei! Grazadeus//

Estava lá faltando cinco minutos para o horário que estava marcando o início da aula. Mas na verdade, estava lá faltando uma hora e cinco minutos para o horário do início da aula. Isso foi bom por que pude observar os departamentos que estavam em volta daquele terceiro andar, me localizar. A direita o hospital, a direita o campus de agrárias, a frente o campus Jardim da Américas.. como assim o campus Jardim das Américas??? Lá estava ele lindo, leve e solto..! bem, foi ai que vi o engano que cometi ao deixar minha rotina. Era muito mais perto daquela sala percorrer meu caminho normalmente.

Foi a decisão que tomei logo a sair da aula. Que voltaria pelo caminho tranquilo rsrs. Bem, nunca disse isso para muitas pessoas mas apesar de não ter medo algum de altura, ou de aventuras nas alturas, se tem algo que me assusta, isso se chama passarelas. Eu sempre via aquela passarela quando estava na sala do departamento mas é claro que não imaginei que embaixo dela fosse uma rodovia. Pensei num bosque, num rio. Algo mais tranqüilo. É exatamente destas passarelas que os carros passam embaixo que eu não gosto, na verdade sinto uma ligeira fobia, que aumenta ao passar por ela. E os campus eram ligados por uma passarela que passava por cima de uma rodovia. #meldels

Mas como estava dizendo ao fim da aula, mais desinformada que cego em tiroteio fui embora com o menino da minha turma pela passarela e ao primeiro passo “ai meldels” foi soado dentro de mim. Fui atravessando sem olhar pra baixo, sem olhar pra frente e conversando com o menino mais ou menos o seguinte (em itálico foi o que pensei, em negrito o que ele disse): “daí no meu projeto eu usei regressão...aih meldels do céu, se concentra na conversa mariana, se concentra...comparei várias... se concentra no que ele esta te dizendo, vamos dê sua opinião..mas acho que faltou... meldels, passam carros lá embaixo.. [peguei disfarçadamente no corrimão].. nós somos tão imaturos quando fazemos mestrado... caraio isso não acaba mais, ta acabando, ta acabando.. [primeiro passo no chão seguro].

Ufa!

Essa certamente era bem mais longa que aquela de Londrina ou eu não estava preparada psicologicamente para passar por ela. Apesar de ter conseguido ainda me pergunto qual caminho vou escolher fazer todas as segundas feiras para chegar psicologicamente preparada para assistir aula.

Beijosfujamdaspassarelas =*